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Direito civil e do consumidor: golpes, cobranças e indenizações

Civil e consumidor · Pessoas e famílias

Direito civil e do consumidor

Golpes bancários, cobranças indevidas, negativação, superendividamento, produtos e serviços com defeito e contratos entre particulares.

  • OAB/DF 45.214
  • Presencial no Lago Sul ou por vídeo
  • Atuação em todo o país
Caiu em golpe e o banco nega?Pela Súmula 479 do STJ, o banco responde por fraudes ligadas ao risco da sua atividade.
Nome negativado sem dívida?A inscrição indevida pode gerar indenização. A retirada é sempre devida.
Dívidas fora de controle?A Lei do Superendividamento permite repactuar dívidas preservando o mínimo para viver.
Atendimento em todo o paísPresencial no Lago Sul ou por vídeo, de segunda a sexta, das 9h às 19h.

Entenda

Quando a relação de consumo dá errado

Sala de reuniões do Luz Advogados Associados

Sala de reuniões da sede, no Lago Sul

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Responda às perguntas e veja uma orientação inicial. Se quiser, envie as respostas para a equipe pelo WhatsApp.

As respostas não ficam gravadas no site. Só seguem para a equipe se você clicar em enviar.

Você teve prejuízo com banco, loja, prestador ou plataforma?
Você reclamou e a empresa negou ou não respondeu?
Você tem extratos, protocolos, conversas ou notas fiscais?
O problema aconteceu nos últimos 5 anos?

Temas frequentes e o que dizem os tribunais

  • Golpes e fraudes bancárias. Pela Súmula 479 do STJ, o banco responde por fraudes ligadas ao risco da sua atividade. O STJ tem entendido que transações fora do perfil do cliente deveriam ser barradas pelo sistema do banco. Extratos, protocolo da reclamação, boletim de ocorrência e registros do contato com os golpistas decidem o caso.
  • Negativação indevida. A inscrição sem dívida ou sem notificação prévia pode gerar indenização. Se já havia outra anotação legítima, a Súmula 385 do STJ afasta o dano moral, embora a retirada continue devida.
  • Superendividamento e apostas. A Lei 14.181/2021 permite repactuar dívidas de consumo preservando o mínimo existencial. Em casos de compulsão por apostas, há decisões que determinam restituição de valores. Veja o artigo Proibição das bets: o que a ludopatia tem a ver com o seu plano de saúde.
  • Voos atrasados ou cancelados. O STF suspendeu as ações sobre o tema até decidir, no Tema 1.417, se vale o Código de Defesa do Consumidor ou o Código Brasileiro de Aeronáutica. Guarde bilhetes, comprovantes e despesas.
  • Produtos e serviços com defeito. O CDC dá 30 dias (não duráveis) ou 90 dias (duráveis) para reclamar de vícios, e 5 anos para pedir indenização por danos causados pelo produto ou serviço.
  • Contratos civis. Compra e venda entre particulares, prestação de serviços, multas, rescisões e cobranças também entram na atuação.

Como atuamos

  • Análise de documentos e da viabilidade antes de qualquer medida;
  • Notificações e negociação com empresas e bancos;
  • Ações de restituição, indenização e revisão de contratos;
  • Repactuação de dívidas por superendividamento;
  • Defesa em cobranças e execuções.

Documentos úteis

  • Extratos, faturas e comprovantes de pagamento;
  • Protocolos de reclamação e respostas da empresa;
  • Boletim de ocorrência, em caso de golpe;
  • Conversas, e-mails, contratos e notas fiscais.

Conteúdo informativo, que não substitui a análise do caso por um advogado. Cada situação depende dos documentos, do contrato e do histórico do paciente ou da instituição. Luz Advogados Associados · SHIS QI 09, Conjunto 17, Casa 16, Lago Sul, Brasília – DF.

Rafael Luz, advogado

Quem acompanha o seu caso

Rafael Luz

Sócio · OAB/DF 45.214

Advogado com atuação dedicada à saúde suplementar, nos aspectos jurídico-regulatório, contencioso, técnico e financeiro do setor. Graduado em Direito pela UnB, com especialização em Governança e Compliance (UnB) e mestrado em Finanças Corporativas (USP).

O escritório atende muitos médicos, profissionais de saúde e empresários do setor. Isso ajuda a entender rotinas de plantão, renda variável e patrimônio ligado a clínicas e sociedades.

Conheça a trajetória

Dúvidas

Perguntas frequentes

Respostas curtas para as dúvidas que mais aparecem. Cada caso, porém, depende dos documentos.

Caí no golpe do Pix. O banco tem de devolver?

Depende do caso. Se o sistema do banco deveria ter identificado e barrado a transação, por ser atípica ou fora do perfil, há precedentes de restituição e, em alguns casos, de indenização. A prova reunida logo depois do golpe faz diferença.

Quanto tempo tenho para entrar com uma ação?

Para vícios de produtos e serviços, o prazo para reclamar é de 30 ou 90 dias. Para indenização por danos causados por produtos ou serviços, 5 anos. Outros casos seguem prazos do Código Civil. Não convém esperar.

Vale reclamar no Procon ou no consumidor.gov.br antes?

Muitas vezes, sim. A reclamação pode resolver o problema e, se não resolver, serve de prova de que a empresa foi procurada. Em casos urgentes, porém, é melhor buscar orientação logo.

Qual é o valor da indenização?

Não há tabela. O valor depende do prejuízo comprovado, da conduta da empresa e dos parâmetros dos tribunais. O escritório não promete resultados: analisa o caso e indica o que é viável.

O atendimento é só em Brasília?

Não. Os processos são eletrônicos e o atendimento pode ser feito por vídeo em todo o país.

Teve prejuízo com banco ou empresa? Envie os documentos para análise.

Segunda a sexta, das 9h às 19h · contato@luz.adv.br

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